MORTE DE SUBTENENTE DA PM EM SAQUAREMA LEVANTA QUESTIONAMENTOS SOBRE ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA
Policial militar passou mal enquanto aguardava o filho sair da escola e morreu após ser encaminhado para unidade de saúde. Caso pode gerar apuração sobre os procedimentos adotados no socorro.
A morte do Subtenente PM Gregório, lotado no 3º BPM (Méier), ocorrida em Saquarema, na Região dos Lagos no dia 26 de maio, tem levantado questionamentos sobre o atendimento de emergência prestado ao policial nos momentos que antecederam seu falecimento.
De acordo com informações obtidas pela reportagem, o militar estava na Rua Barão de Saquarema, no bairro Campo de Aviação, aguardando a saída dos filhos da escola quando passou mal repentinamente.
Segundo informações registradas pela guarnição que atendeu a ocorrência, o policial foi socorrido e encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Saquarema. Apesar dos procedimentos realizados, ele não resistiu e teve o óbito confirmado na unidade.
Fontes ouvidas pela reportagem informaram que o subtenente estava a aproximadamente um mês da reforma, encerrando uma trajetória de décadas de dedicação à Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.
A morte do policial gerou comoção entre familiares, amigos e companheiros de farda. Entretanto, além do luto, surgem questionamentos que deverão ser esclarecidos pelas autoridades competentes, especialmente em relação ao tempo-resposta do atendimento pré-hospitalar, aos protocolos adotados no local da ocorrência e à eventual necessidade de acionamento de equipes especializadas de suporte avançado.
A reportagem busca informações junto aos órgãos responsáveis para esclarecer todos os detalhes relacionados ao atendimento prestado e às circunstâncias que antecederam o falecimento do militar.
O espaço permanece aberto para manifestações oficiais dos órgãos envolvidos, bem como para esclarecimentos que possam contribuir para a completa elucidação dos fatos.